Fim do Lixão em Juquitiba!

Jornal O Pardal – Nivaldo Ramos

Dia 16 de fevereiro, quarta-feira, iniciou-se finalmente a retirada do lixo da cidade!

Foi uma burocracia para tirar o lixo, não é só carregar e levar embora, tivemos que negociar com os envolvidos no problema, a empresa que tem para receber R$ 600 mil e com a Essencis, o aterro sanitário, até o Ministério Público foi acionado para resolver a questão. – Disse Ayres Scorsatto, prefeito de Juquitiba.
O lixo começou a acumular na gestão do prefeito anterior, essa montanha enorme chamada de Herança Maldita ficou para a gestão atual resolver, mas com muito trabalho e negociações, Ayres mostrou que veio para botar ordem na casa.
Aprovada em 2010, a lei que cria a Política Nacional de Resíduos Sólidos determinou o fim dos lixões, espaços a céu aberto sem proteção do solo onde restos são disputados por pessoas e urubus, até agosto de 2014.
Mas em julho do ano passado, após apêlo de prefeitos sem verbas, o Senado aprovou a prorrogação do prazo para 2021. Para entrar em vigor, o texto ainda depende da aprovação da Câmara.
Em São Paulo, após ações judiciais, muitas cidades fecharam seus lixões. Ainda assim, 27 prefeituras despejam o lixo em áreas inadequadas.
Outras optaram por exportar a sua sujeira, cada tonelada de lixo custa em média R$ 190,00 o destino final são aterros como o de Caieiras na Grande São Paulo, da Essencis. A empresa recebe o lixo de 16 cidades, além da metade do resíduo doméstico da capital e o dos piscinões.
Nós temos 180 carretas de lixo para levar embora, que dão um total de 3.600 toneladas, se fizermos 3 viagens por dia, nós levaremos 60 dias para limparmos Juquitiba. Para resolver parte do problema contratamos um caminhão de coleta de lixo compactador de 13 toneladas e desta forma ele viaja direto para o aterro sanitário, sem passar pelo lixão de Juquitiba– afirmou Ayres Scorsatto.


Mas tudo isso é só a ponta do iceberg, a produção de lixo em Juquitiba é descontrolada, nas imagens que rolam pela Internet, se vê nitidamente uma privada de louça na pilha de lixo. Deveríamos fazer uma campanha nas escolas, com os meios de comunicação para a redução do lixo, coleta seletiva e lixo orgânico para compostagem. Com a diminuição do lixo e com o trabalho da coleta seletiva o nosso custo de transporte para o aterro sanitário em Caieiras ficaria muito mais barato!
Tudo isso é apenas o começo!

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