Início Araraquara Mês da Mulher em Araraquara tem programação diversificada

Mês da Mulher em Araraquara tem programação diversificada

Rodas de conversa, atendimentos e orientações acontecem durante o mês, com abordagem no enfrentamento e na prevenção da violência doméstica

A prefeitura de Araraquara, por meio da subsecretaria de Políticas para Mulheres da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, promove uma série de eventos ao longo do mês de março, o mês da mulher. As atividades têm como propósito trabalhar o ciclo da violência doméstica em suas diferentes abordagens, promovendo ações de enfrentamento e prevenção.

As rodas de conversa “Florescer Entre Elas” acontecem em várias unidades dos CRAS e são abertas à comunidade. Neste sábado (7), véspera do Dia Internacional da Mulher, haverá a ação “Florescer o Respeito” na Praça Santa Cruz, trazendo orientações e atendimentos para as mulheres e também para PcD, idosos e imigrantes, incluindo serviços como atualização do CadÚnico/Bolsa Família, cadastro habitacional, inscrições para oficinas culturais, entre outros.

Ainda na Praça Santa Cruz, na terça-feira (17), a subsecretaria de Políticas Étnico-Raciais oferecerá serviço gratuito de trança.

Estão previstos também outros eventos e palestras em empresas, universidade e entidades.

Para complementar, o projeto “Rede que Acolhe” é direcionado aos servidores municipais que atuam com a violência doméstica nos CRAS e nas áreas da saúde e da educação. Para esses profissionais, os treinamentos internos vão oferecer capacitação para identificação do ciclo de violência.

Segundo Joana Lessa, subsecretária de Políticas para Mulheres, o mês de março é um momento importante de reflexão e fortalecimento das políticas públicas voltadas para as mulheres. “Nós criamos formas de atuação, principalmente a capacitação da nossa rede de servidores, envolvendo a assistência social, a educação e a saúde, voltada ao recebimento da mulher vítima de violência ou em situação de vulnerabilidade. Nossa proposta é ampliar o olhar da rede para identificar os sinais, pois a violência doméstica muitas vezes começa de maneira silenciosa”.

A subsecretária também destaca o trabalho que será realizado diretamente na assistência social. “Escolhemos alguns CRAS de territórios onde temos mais casos de violência, e vamos atuar com as moradoras desses locais”, completa, frisando que neste ano o foco da campanha está na educação, na assistência social e na saúde.

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