Aconteceu na última quinta-feira (12) a primeira reunião do Comissão Municipal Permanente do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (COMPETI) de 2026. O encontro, realizado no CREAS, reuniu representantes de diversas instituições e órgãos municipais com o propósito de planejar as ações que acontecerão nesse ano.
Após a apresentação dos membros, foi feita uma retomada da cronologia das atividades do ano passado e a apresentação do PETI (Programa de Erradicação do Trabalho Infantil), com todas as estatísticas dos casos atendidos, regiões e análise dos dados.
Além do técnico de referência do PETI, Lucas Baldo Tostes, estiveram presentes pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social: Jorge Gorla Arruda, representante do Cadastro Único (CAD), Elaine Regina Simões Bueno e Vivian Karla Koleilat Ruiz. Representando a Secretaria da Educação, participou Gisele Camilo Brunetti. Pela Secretaria da Saúde, por meio do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest), participaram Mônica Fernanda Favoreto da Silva e Vanessa Cristina de Castro Bragagnolo Ramos.
Também estiveram presentes Marcos Augusto Faglioni, representando a Secretaria dos Assuntos de Segurança e Mobilidade Urbana, por meio da Guarda Civil Municipal (GCM); Paulo Albano, representando o Sistema “S”; Marcel Vianna Fontoura Costa, representando o Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (COMCRIAR); Elaine Cristina Montezino Nogueira, representando a Gerência Regional do Trabalho (GRT); José Lopes Filho, representando o Conselho Tutelar I; Vanessa de Souza Nascimento, representando o Conselho Tutelar II, Ariane Rebechi e Helena Moraes representando o CREAS; e Iara Medeiro, representando o Centro da Juventude/Programa Filhos do Sol.
De acordo com Lucas Tostes, o objetivo do COMPETI é articular os diversos setores da rede para formular políticas públicas e projetos sociais que contribuam com a diminuição do trabalho infantil. “Lembrando que trabalho infantil não é só mendicância, venda de balas nos semáforos e bares, ou trabalho doméstico. O tráfico de drogas, por exemplo, é considerado uma das piores formas de trabalho infantil, que muitas pessoas acabam não sabendo. A ideia do comitê é justamente pensar alternativas, por meio das políticas públicas, para superar essas condições, encaminhando os jovens, crianças e adolescentes, da nossa cidade para os respectivos programas”, afirma.
“Eu acredito muito na força desse espaço de deliberação coletivo, e penso que com o tempo poderemos desenvolver ações e atividades que façam essa ponte entre a sociedade e os serviços oferecidos pela rede. Não só assistencial, mas de maneira intersetorial, com as secretarias e demais parceiros, como sistema S, Ministério Público e todos aqueles que queiram ajudar com essa temática”, completa Lucas.
