“A Igreja não é um tribunal, é um hospital”, defende missionário Claudiney Dória

Grupo de Oração Novo Pentecostes passa a se reunir na Paróquia São Pedro e Santa Luzia, localizada no Melhado, a partir do dia 9

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Isabela Mattos/Colaboração

Ao longo de mais de duas décadas à frente do Grupo de Oração Novo Pentecostes, Claudiney Dória, acompanhou histórias de pessoas que chegaram até a Igreja em momentos de profunda dor e encontraram no acolhimento e na fé um caminho para recomeçar.

Em entrevista ao Jornal Imparcial, o missionário carismático, que dedica sua vida à evangelização desde a tenra idade, fala sobre os desafios de manter uma comunidade de oração unida ao longo dos anos. Entre as experiências que guarda na memória, está a de uma jovem por quem orou, que havia se isolado da própria família e perdido a vontade de viver. Claudiney encontrou na jovem uma pessoa que, mais do que uma oração, precisava de atenção e carinho. “Ela estava precisando de amor”, resume.

Leia a entrevista na íntegra:

Imparcial: Ao longo de todos esses anos, você conheceu e acompanhou histórias de pessoas que chegaram até você em momentos difíceis e encontraram no grupo de oração um novo sentido para a vida. Pode nos contar alguma história que tenha te marcado de forma especial?

Claudiney: “Teve uma história que me marcou muito. Apesar de haver muitos milagres e muitas curas, certa vez eu estava numa casa, orando por uma família que estava doente, por uma pessoa, e, de repente, descobriram que eu estava lá e foram me chamar, dizendo que ali perto, a alguns quarteirões, tinha uma moça, uma pessoa que estava atormentada, perturbada, possuída por um espírito maligno, por uma força do mal. Ela tinha colocado a família inteira para fora de casa, e o quarteirão estava lotado de pessoas. Todos estavam com medo. Pediram para que eu fosse lá, e eu fui. As pessoas ficaram com medo de que eu entrasse sozinho, mas eu entrei com a certeza de que Deus estava comigo e de que, aonde a luz chega, as trevas saem. Quando entrei lá, vi uma jovem bonita, uma jovem linda, de cabelos longos, loira, mas desfigurada, num cantinho. Parecia um animal selvagem, na verdade. Percebi que ela viu que eu estava ali e começou a querer vir para cima de mim, mas, de repente, foi andando para trás, encostou-se num canto e foi sentando. Eu disse assim para ela: ‘Minha irmã, Jesus ama muito a sua vida. Ele não quer que você continue trazendo essa tristeza no seu coração. A tristeza está engolindo você’. Aquela jovem tinha perdido o sentido da vida. Ela não estava com nenhuma coisa ruim, com nenhum espírito maligno, não estava possuída. Ela estava precisando de amor. Eu fui até ela e dei um abraço. Aquele abraço, que eu sabia que era um abraço de Deus através de mim nela, aquela menina começou a chorar e não parava mais. Naquelas lágrimas, que começaram a escorrer pelos meus ombros e a pingar em mim, eu fiquei encharcado das lágrimas dela e eu sabia que o coração dela estava encharcado do amor de Jesus. Aí eu tirei o cabelo dos olhos dela, porque ela não queria nem mostrar o rosto, e falei: ‘Você é tão linda! Deus ama tanto a sua vida. Você desistiu de você, mas Jesus não. Por isso que eu estou aqui.’ De repente, vi que aquela jovem começou a se abrir comigo, a me falar um pouco da sua vida, quando, na verdade, queria dar um fim à própria vida. Ela queria deixar de existir, deixar de viver, porque hoje a maioria das pessoas não quer mais viver, quer apenas existir. Depois disso, eu saí com ela lá fora. O quarteirão inteiro estava lotado, com vizinhos e parentes. Eu peguei e disse que ela precisava de amor, de atenção, de alguém que a ouvisse, de alguém que estendesse a mão para ela. E foi isso que aconteceu.

Essa foi uma história que me marcou muito e que jamais esquecerei. Vejo que o caso dessa menina se repete com muitos jovens, homens, muitas jovens mulheres e muitas pessoas, até crianças e adolescentes, que estão muitas vezes vivendo esse vazio, essa tristeza, esse mal da depressão nos tempos de hoje.

É claro que, como disse, tenho visto muitas curas do corpo, muitas curas físicas. Mas o mais importante é a cura do coração, é a cura da alma, é a cura de a pessoa ter sua identidade devolvida, de ter os olhos ganhando um novo brilho e os lábios ganhando um novo sorriso. É isso que faz a gente acreditar no poder da oração.

Nós temos que parar, como Igreja, de ser tribunal, de ficar julgando as pessoas. Nós temos que ser hospital, acolher as pessoas. E, quando a gente acolhe uma pessoa, a gente ama uma pessoa, ela nunca mais é a mesma. O problema de muitas pessoas que estão saindo das igrejas é a falta desse amor, a falta desse acolhimento, a falta de ter pessoas que as entendam, que as escutem. Isso é o que está faltando no nosso meio, e nós somos os culpados muitas vezes por isso. Somos nós que tiramos as pessoas da Igreja. Nós, que dizemos ser cristãos, como eu, católico; nós, que dizemos professar uma fé, com as nossas atitudes, com a nossa maneira de viver, fazemos a pessoa sair da Igreja, ou melhor, sair de Deus, porque se decepciona.”

Imparcial: Manter uma comunidade reunida durante tantos anos exige dedicação. Quais foram os momentos mais difíceis dessa trajetória?

Claudiney: “Realmente, manter uma comunidade reunida durante anos exige bastante dedicação e responsabilidade. E a gente se cobra muito, porque São Francisco de Assis fala assim: ‘Cuidado com a sua vida, porque talvez hoje você ainda seja o único Evangelho que as pessoas têm para ler’. Então, as pessoas precisam olhar para o Claudiney Dória, que é muito conhecido na cidade e em vários lugares do Brasil e, quando olharem para o Claudiney Dória, elas precisam ver Jesus. Muitas pessoas me perguntam: ‘Qual é o segredo?’. O segredo é esse: é pagar o preço. O que é pagar o preço? Pagar o preço não é com dinheiro, não, mas é com a vida, é dando sangue por aquilo que faz e com muito amor.

Os desafios dessa trajetória foram e continuam sendo muito difíceis. Às vezes, a gente não é compreendido por sacerdotes, por padres, pela própria Igreja, por pessoas que muitas vezes não conhecem o nosso trabalho e muitas vezes criticam. Eu quero deixar bem claro que tem coisas que eu não suporto e de que eu não gosto. É fanatismo, é drama, é a pessoa que põe muita tinta no quadro quando vai dar um testemunho. Costumo dizer que gosta de enfeitar o pavão. Não, a gente tem que ser verdadeiro, objetivo, sabe? Ser sincero, ter o coração cheio de amor e de perdão, porque eu só posso dar aquilo que eu tenho.

E evangelizar é fazer Jesus acontecer. Então, como é que eu sei que Jesus acontece? O termômetro é esse: é ver que a vida das pessoas já não é mais do mesmo jeito que antes. Elas viviam com vícios, com depressão, com decepção, com angústia, com mágoa. A pessoa, no poder do Espírito Santo, como diz lá em Zacarias, no capítulo 4, versículo 6: ‘Não é pela força nem pela violência, mas é pelo meu Espírito’. É pelo poder do Espírito Santo, que é a terceira pessoa da Santíssima Trindade, que a gente consegue levar a Palavra de Deus, o poder de Deus, e as pessoas sentem.

Eu sempre digo isso: o que faz barulho é uma carroça cheia de latas vazias. Agora, se as latas estiverem cheias, elas não fazem barulho. Tem muita gente vazia fazendo barulho. Aquele barulho para te fazer desistir da caminhada. Quem está cheio de Deus não faz barulho, faz Jesus acontecer na vida das pessoas.”

Imparcial: Você percebe uma presença maior de jovens nos encontros? Como essa participação mudou ao longo dos anos?

Claudiney: “Percebi um aumento de jovens voltando para a igreja. Ou melhor, eu costumo dizer que são muitos jovens voltando para casa, por causa da experiência que tem com o amor de Deus quando deixam Jesus entrar em seus corações. Não existe uma receita. Sempre costumo falar isso, porque as pessoas às vezes acham que precisa haver uma fórmula. O segredo de uma verdadeira evangelização, no poder do Espírito Santo, não está em seguir uma cartilha, em estéticas espirituais, em grandes malabarismos, nem nos grandes palcos ou holofotes. Está, sim, no poder do Espírito Santo. E é isso que precisamos entender.

Temos visto que o nosso Papa Leão XIV tem ajudado muito. Ele tem sido um grande pai para a Igreja Católica, incentivando muitas iniciativas de evangelização. Assim como São João Paulo II, que trouxe para nós essa alegria do Evangelho, essa proposta de uma nova evangelização, e o Papa Francisco, que também nos trouxe essa alegria.

Precisamos levar Jesus com alegria. Não podemos dar a impressão de que estamos entrando na igreja como se estivéssemos entrando em um velório. Pelo contrário, precisamos entrar como quem chega a um grande lugar onde vai acontecer uma experiência única. Não uma experiência emocional, mas espiritual, algo forte que acontece no coração de cada pessoa. Isso é muito importante.

E os jovens têm vindo, muitos jovens têm vindo. Muitos têm saído dos vícios, das drogas, da depressão. São pessoas que se automutilavam, que vêm de uma vida muitas vezes destruída, com carências, autoestima muito baixa, pessoas machucadas e feridas por dentro. Como eu disse, são pessoas que não vivem, apenas existem. E, a partir dessa experiência, começam a descobrir o verdadeiro sentido da vida.”

Imparcial: Muitos jovens convivem com ansiedade, solidão, cobranças e incertezas sobre o futuro. Você percebe que essas questões aparecem nas conversas e nos pedidos de oração?

Claudiney: “Muitos jovens que me procuram hoje estão enfrentando crises de ansiedade. Isso se intensificou depois da pandemia, no período pós-pandemia. É aquela ansiedade, o medo do futuro, as incertezas, os relacionamentos que não têm dado certo. No grupo de oração, faço questão de dar atenção a todas as pessoas que precisam, sejam jovens ou adultos. Nem que eu tenha que sair de lá às três horas da manhã, faço questão de oferecer essa atenção e esse carinho. Porque hoje os jovens não são ouvidos. Ninguém quer ouvir os jovens. E a maior evangelização não está em cima dos palcos, mas no dia a dia, quando você para para ouvir uma pessoa contar sua história ou até mesmo colocar para fora toda a sua tristeza.

O mais interessante é que me procuram mais jovens homens do que jovens mulheres. Grandes empresários, pessoas de destaque e homens que antes tinham receio de entrar na igreja hoje são os que mais participam, pelo menos na minha realidade, tenho observado uma participação masculina muito significativa, algo que antes praticamente não existia.

Um dos motivos dessa procura é justamente a busca por respostas para aquilo que eles experimentam em suas vidas. E essa resposta é Jesus Cristo. Isso faz com que muitos tenham suas vidas mudadas, transformadas e libertadas, tornando-se pessoas prontas para caminhar em direção a um futuro melhor, constituir uma família e construir uma profissão.

Assim, vamos percebendo o quanto esse mal da solidão e das incertezas tem sido enfrentado por meio da presença de Jesus. Porque a solidão também é um grande sintoma, uma grande ferida no coração dos jovens. E não estou falando daquela solidão de não ter ninguém ao lado. Às vezes, você está rodeado de pessoas, mas continua se sentindo sozinho. Isso acontece porque não encontra alguém que o entenda, que o compreenda ou que esteja disposto a ouvi-lo. Essa é a pior solidão: estar cercado de pessoas, mas sentir que nenhuma delas consegue entender o que se passa. Então, a solidão também tem sido uma questão muito presente, além da ansiedade.”

Imparcial: A linguagem da evangelização também precisa mudar para dialogar com os jovens? Como você faz para conciliar a tradição da Igreja com as forças de comunicação e expressão das novas gerações?

Claudiney: “Eu realmente nunca tive dificuldades na minha comunicação com os jovens. No Grupo de Oração Grupo Pentecostes consigo atingir todos os tipos de pessoas por meio do dom da cura, do dom da libertação, que é um carisma do Espírito Santo. Tenho conseguido alcançar pessoas de todos os perfis. E não é apenas nos momentos em que estou no grupo de oração. Às vezes, estou andando na rua, de carro ou na fila de algum lugar, e as pessoas me param para conversar. E aí Jesus acontece.

Nunca parei para pensar exatamente que tipo de linguagem utilizo, mas posso dizer que é a linguagem do amor. Quando amamos, queremos o bem da pessoa, nos preocupamos com ela e queremos cuidar dela. Isso acontece porque também estamos sendo cuidados por Deus.

Essa é a linguagem dos jovens: a linguagem do amor, do amor de Deus, e não do amor do mundo. O amor do mundo é interesseiro, muitas vezes cheio de complicações e com prazo de validade. Já o amor de Deus não. O amor de Deus não é terceirizado, não é vendido. Ele simplesmente acontece. Como eu disse, sou apenas um instrumento. E Deus se utiliza desse instrumento, que é falho e pecador, para levar o amor às pessoas. Meu coração queima de amor por todos: homens, mulheres, crianças e doentes. E, por meio disso, tenho visto Deus realizar muitas coisas.”

Imparcial: Como acolher quem está afastado da Igreja, tem dúvidas sobre a própria fé ou carrega experiências negativas com instituições religiosas?

Claudiney: “Eu disse que o segredo para que as pessoas voltem para a igreja e conheçam Jesus é acolher e amar. Falei o tempo todo sobre isso, mas também precisamos mostrar um Jesus vivo. Essa missão não deve partir apenas de mim, Claudiney Dória, que sou leigo, mas também dos nossos padres, bispos, da Igreja, de todos os movimentos e pastorais. Precisamos proporcionar às pessoas uma verdadeira experiência com Deus, um encontro real com Jesus.

Vejo o desespero de pessoas que me procuram até de madrugada. Muitas delas, depois de receberem uma oração, voltam a participar dos sacramentos e retomam uma vida de igreja. É isso que precisa acontecer na vida das pessoas, porque elas estão muito feridas, machucadas, confusas e, muitas vezes, emocionalmente desorganizadas. Precisam encontrar uma comunidade onde possam realmente viver sua fé. Mas tudo isso exige um posicionamento de nós que estamos à frente da Igreja. Precisamos ser a mão de Deus estendida para essas pessoas, a mão de Jesus. Porque o que está faltando muito em nosso meio é acolhimento.

Não podemos achar que temos o rei na barriga. A única pessoa que teve o Rei na barriga foi Nossa Senhora. Não podemos nos considerar superiores aos outros. Precisamos ser humildes e entender que, muitas vezes, tudo o que podemos fazer é estar ao lado de alguém e rezar por essa pessoa. Na oração, Deus faz muito mais do que muitos discursos, palestras e pregações. Não podemos olhar de cima para baixo. Precisamos olhar nos olhos e dizer: ‘Que bom que você veio!’. E isso não pode ser algo falso ou forçado, mas precisa nascer naturalmente de dentro de nós. Quem conhece Jesus, quem teve um encontro verdadeiro com Ele, age assim espontaneamente. Não precisa forçar nada. Precisa abraçar, amar. Muitas vezes, encontramos pessoas que não estão acostumadas com esse carinho e ficam até sem jeito. Mas, aos poucos, você consegue desarmá-las simplesmente por meio do amor.

No grupo de oração, temos muita alegria, muita música animada, músicas que nos fazem dançar e que nos convidam a olhar para o irmão da direita, para o irmão da esquerda, e fazê-lo sentir-se filho de Deus, amado por Ele. E, então, aquela pessoa não falta mais a nenhum grupo de oração, não perde mais os encontros. Por quê? Porque, uma vez que foi acolhida e amada, foi preenchida pelo amor de Deus. Ali começa uma história de cura. Uma história de superação de traumas da infância, da vida intrauterina, da concepção e de tudo aquilo que a pessoa enfrentou ao longo da infância, da adolescência e da juventude. Deus vai curando toda a história de vida daquela pessoa. Quando buscamos Jesus, Ele toca em todas as áreas da nossa vida e nos cura. Aquilo que está fora do lugar, Ele coloca no lugar certo.

É isso que precisamos fazer: ser a boca de Deus, os olhos de Deus, os olhos de Jesus e as mãos de Jesus. E precisamos parar de julgar as pessoas. Como disse no começo, nós não somos juízes. A Igreja não é um tribunal, a Igreja é um hospital. Precisamos olhar para as pessoas com muito amor.

E volto a reforçar: tudo isso acontece pelo poder do Espírito Santo. Como está escrito em Zacarias, capítulo 4, versículo 6: não é pela violência, nem pela força, nem pela imposição ou pela tentativa de forçar as coisas. É pelo poder do Espírito Santo. Nós oramos, mas quem realiza a obra é Ele.”

Imparcial: Para finalizar, se você pudesse resumir o propósito dessa sua missão em uma mensagem para a população da nossa cidade, qual seria?

Claudiney: “Eu gostaria de deixar uma mensagem para toda a nossa cidade, a Morada do Sol, que eu costumo dizer que também é a Morada do Espírito Santo: nós precisamos levar muito mais a sério a nossa vida. Porque muitas pessoas tiveram grandes, grandes e terríveis experiências negativas com Deus, com a Igreja, por falta de testemunho, por escândalos, por tantas coisas mais. Mas isso pode ser revertido. Isso pode ser revertido como? Isso pode ser revertido quando eu passo a gastar mais do meu tempo olhando para quem está do meu lado e não olhando para o meu umbigo. Nós estamos num tempo em que um quer pisar em cima do outro, em que um quer ser mais que o outro. Sendo que um dia todo mundo vai morrer e vai feder do mesmo jeito. Então, ame hoje. Perdoe hoje. Ajude hoje. Preste mais atenção nas pessoas hoje. Dê um abraço hoje, porque o amanhã pode ser que não exista, que nunca venha. O depois eu nunca sei se virá. Eu tenho certeza do hoje, do agora. O ontem já passou, fica na saudade, na culpa, no arrependimento. O amanhã fica na dúvida. O hoje fica na certeza.

Então, hoje eu vou amar a minha família, beijar os meus pais, os pais beijar os filhos, se reunir, sentar todos à mesa para conversar, para jantar juntos, para almoçar… porque o celular ajuda muito, mas também dispersa as famílias. Eu costumo falar que a gente precisa muito da internet, mas, às vezes, essa internet vira uma ‘infernet’, porque a gente não sabe usar. A gente precisa, às vezes, sair um pouco dos celulares e se sentir mais gente, conversando, dialogando, contando as experiências, testemunhando o que Deus tem feito na vida das pessoas. É isso que a gente precisa fazer. Que todos nós sejamos despertados para o amor de Deus e que possamos fazer como Madre Teresa de Calcutá falava, né? Que ‘amar é doar-se até doer’.

O amor de Deus por todos é resumido em uma coisa só: olhe para a cruz. Ali está Jesus. Ele não está ali crucificado, mas ali está a prova do amor Dele por nós, que morreu na cruz para nos salvar, que assumiu toda a nossa condição humana, assumiu até os nossos pecados, sendo que Ele, como Deus, não tinha pecado, para que nós tivéssemos hoje a salvação. Então, acredite! Não espere a dor bater na sua porta. Busque Jesus. Venha até Jesus, porque Ele está esperando você. Ele quer ser teu amigo. Ele quer ser o teu Senhor. Ele quer ser o único Salvador da sua vida”, finalizou o missionário.

Grupo de Oração Novo Pentecostes terá novo endereço

A partir do dia nove de novembro, segunda-feira, os encontros do Grupo de Oração Novo Pentecostes serão realizados na Paróquia São Pedro e Santa Luzia, localizada na Rua Amabile Fattori, 519, ao lado do Teatro de Arena, no Melhado.

Os encontros continuarão sendo realizados todas às segundas-feiras, às 20h. Todos são bem-vindos.

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