domingo, 25, fevereiro, 2024

Araraquara adere ao Pacto Coletivo Cidades Antirracistas

Solenidade foi realizada no auditório Queiroz Filho, do Ministério Público do Estado de São Paulo, na Capital

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Araraquara aderiu ao projeto Pacto Coletivo Cidades Antirracistas, elaborado pela Rede de Enfrentamento ao Racismo, em solenidade realizada no auditório Queiroz Filho, do Ministério Público do Estado de São Paulo, na Capital, nessa terça-feira (28).

O vice-prefeito e secretário do Trabalho, Desenvolvimento Econômico e Turismo, Damiano Neto, representou o prefeito Edinho, acompanhado da coordenadora de Políticas Etnico-Raciais, da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Participação Popular, Alessandra Laurindo, da advogada Vanessa Oliveira e do advogado Tiago Morais.

Damiano Neto e Alessandra Laurindo firmaram o pacto com o Procurador de Justiça do MP São Paulo, Mário Luiz Sarrubbo, que recepcionou os representantes das prefeituras selecionadas.

O objetivo do Ministério Público é ampliar gradativamente o projeto, que fomenta políticas antirracistas e propõe a implementação de estruturas necessárias para a inserção do município ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir).

0 Cidades Antirracistas foi pensado após escuta social realizada pelo MPSP na região do Vale do Ribeira, como parte da construção do Plano Geral de Atuação (PGA MP Social), metodologia na qual as prioridades institucionais para cada região são decididas em conjunto com a sociedade. 

Segundo Damiano Neto, a gestão do prefeito Edinho já cumpre todos os requisitos propostos pela Rede de Enfrentamento ao Racismo.

“Recentemente, entregamos o Centro de Cultura de Religiões de Matriz Africana, inclusive com a presença da ministra da Igualdade Racial, Anielle Franco, e também a Casa SP Afro Brasil, na Vila Xavier, empossamos o novo Conselho Municipal de Igualdade Racial. Ainda, em 2021, inauguramos o Quilombo Rosa, no Valle Verde. Portanto, Araraquara adere ao pacto do MP com ações concretas de enfrentamento ao racismo”, relatou Damiano.

Alessandra Laurindo acrescenta que é importante que Araraquara, mesmo já sendo gestão Plena no Sinapir, tenha também pactuado o Cidades Antirracistas, como forma de estimular as demais a seguirem seu exemplo.

“Araraquara avançou muito nos últimos vinte anos nas políticas, equipamentos e formação de uma rede antirracista e tem inspirado outras cidades a igualmente se movimentarem. É uma das primeiras cidades do Interior como modelo no acolhimento das denúncias, através do Programa SOS Racismo, aulas de música, dança, oficinas culturais, entre outras ações”.

Redação

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