segunda-feira, 27, maio, 2024

Ordem de Serviço para a reforma do Estádio do Botânico acontece nesta quarta (1º)

Aberta para o público, solenidade que marcará o início das obras estruturais do espaço esportivo está agendada para as 10h; gramado e pista de caminhada já passam por reformas

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Nesta quarta-feira, 1º de maio, às 10h, será realizada a cerimônia que marcará a assinatura da Ordem de Serviço para início das obras de reforma e adequação do Estádio Municipal “Dr. Cândido de Barros”, também conhecido como Estádio do Jardim Botânico.

Os serviços que integram a obra são: recomposição e pintura da estrutura e cobertura metálica da arquibancada; reforma dos sanitários, quiosque bar e vestiários de atletas; demolição de vestiário para futebol amador; execução de rede de drenagem e aterro do fosso existente; retirada de trechos dos alambrados e instalação de novos; execução de impermeabilização, troca de pisos e azulejos, pintura interna e externa; instalação de louças e metais; construção de sanitários e bar nos setores norte e sul; construção de arquibancada em estrutura pré-moldada; execução de estruturas em concreto armado e laje pré-moldada; instalações elétricas e hidráulicas; calçamento externo e passeio público em concreto desempenado, calçamento em asfalto; execução de muro e alambrado com mureta; instalação de reservatório de 20 mil litros, com casa de bombas; limpeza da obra e remoção de entulho.

O valor da obra que integra a Ordem de Serviço será de R$ 10.215.600,20, sendo R$ 250 mil de emenda de Alexandre Padilha, ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, R$ 8.102.657,44 via Finisa (financiamento junto à Caixa Econômica Federal) e R$ 1.862.942,76 em recursos próprios da Prefeitura.
Além das obras que integram a OS, o Estádio do Botânico passa também por uma reforma completa do gramado, com capina química, incorporação e nivelamento, sistema de drenagem, sistema de irrigação automatizado, preparo da base top soil, revestimento vegetal e tratos culturais pós plantio. Essa reforma do gramado conta com o investimento de R$ 1.750.000,00, valor oriundo de uma emenda de Alexandre Padilha.

A pista de caminhada do parque, que tem um comprimento de 2.450 metros, também passa por uma reforma com a recuperação do pavimento, recapeamento asfáltico e recuperação das guias. O investimento nessas ações é de R$ 563.134,97 (via Finisa).

No total, as obras de reforma do estádio, do campo e da pista de caminhada somam R$ 12.528.735,17, sendo R$ 2 milhões via Governo Federal.

O estádio

Estádio Municipal “Dr. Cândido de Barros” era o nome do antigo estádio que hoje pertence ao Clube Araraquarense, no Centro. O nome de Cândido de Barros foi dado ao estádio em 1996, por indicação do então vereador Omar de Souza e Silva, o Mazinho. Antes, o espaço, inaugurado em 1921 como o primeiro estádio de futebol da cidade, era denominado de “Tenente Siqueira Campos”.

A construção do Estádio Municipal no Jardim Botânico foi fruto das negociações entre a Prefeitura e o Clube Araraquarense, que resultou na permuta da antiga sede do clube – o Palacete Esplanada das Rosas (onde hoje funciona a Secretaria de Cultura e Fundart) – com o antigo Estádio Municipal.

Além da sede do clube, a Prefeitura recebeu R$ 3 milhões, que foram utilizados na aquisição do Estádio da Fonte Luminosa e na construção do novo Estádio Municipal, no Botânico. O Estádio do Botânico foi inaugurado em 20 de setembro de 2008

Cândido de Barros

Cândido de Barros foi advogado, jornalista e fundou a Liga Araraquarense de Futebol (LAF) em 1942. Era advogado da Prefeitura de Araraquara e foi empossado como prefeito nomeado entre março e abril de 1947. Ele se aposentou em 1963, mas continuou atuando como advogado. Cândido de Barros faleceu em 1993.

Gaeta

José Alberto Gonçalves, o Gaeta, foi homenageado com uma placa no estádio, pois foi o principal defensor da construção do espaço esportivo no Jardim Botânico.

Gaeta iniciou sua vida política em 1969 e foi vereador, presidente da Câmara Municipal, vice-prefeito de Clodoaldo Medina e de Roberto Massafera. Foi eleito vereador nas 6ª e 12ª legislaturas da Câmara Municipal de Araraquara e vice-prefeito nas 7ª e 11ª. Exerceu o mandato de Prefeito em substituição ao chefe do Executivo Roberto Massafera em virtude de licença por 14 dias em 1994, 15 dias em 1995 e 14 dias em 1996. Foi 1º Secretário da Mesa Diretora de 1969 a 1970 e de 1972 a 1973, e presidente da Câmara de 1970 a 1971 e em 1999.

Foi casado com Erlene Passerini Gonçalves e teve três filhos: Francisco, Flávia e Fernando. Foi presidente da Beneficência Portuguesa e dirigente do Palmeirinhas, além de vice-presidente e presidente da Ferroviária. Faleceu em 13 de fevereiro de 2008.

Redação

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