A campanha de coleta de resíduos eletrônicos realizada no último sábado (22), fruto da parceria entre Secretaria Municipal de Meio Ambiente, DAAE (Departamento Autônomo de Água e Esgotos) e Casa Cairbar Schutel, foi um grande sucesso. A iniciativa ocorreu na Praça Pedro de Toledo, das 8h às 12h, e engajou moradores preocupados com o destino correto de equipamentos e aparelhos eletrônicos sem utilidade. Foram coletadas mais de 2 toneladas de material.
Ao todo, foram arrecadados 2.820 kg de resíduos eletroeletrônicos, totalizando 3.433 unidades de diferentes tipos de equipamentos. A mobilização contou com a participação ativa de 137 munícipes, que compareceram ao ponto de coleta para entregar materiais como carregadores, celulares, lâmpadas, impressoras e televisores, entre outros itens.
Entre os materiais recolhidos estão 776 pilhas, 547 CDs/DVDs, 390 cabos, 125 carregadores e 102 telefones fixos. Além disso, a campanha também recebeu 100 celulares, 98 disquetes, 70 controles remotos, 69 caixas de som, 66 teclados e 54 lâmpadas.
Além de participarem da campanha, os moradores foram convidados a avaliar a iniciativa e receberam um kit de material educativo com informações sobre coleta seletiva, funcionamento dos bolsões de entulho, consumo sustentável de água, prevenção às queimadas urbanas e combate à dengue.
Perguntados sobre como avaliam a campanha, 122 (89%) participantes classificaram a atividade como ótima e 15 (11%), como boa.
De acordo com o chefe de divisão de Educação Ambiental da Secretaria de Meio Ambiente, Valter Iost, essa foi a 15ª coleta de resíduos eletroeletrônicos promovida pela Prefeitura, totalizando mais de 40 toneladas recolhidas.
Segundo o secretário de Meio Ambiente, Carlos Alberto Ferreira, novas coletas estão sendo planejadas e serão realizadas em outras regiões do município para atender a toda a população.
Triagem e reaproveitamento
Os resíduos recolhidos serão encaminhados para a Casa Cairbar Schutel, onde passarão por processo de triagem e reaproveitamento. Na oficina de reciclagem da entidade, os assistidos realizarão o desmonte e a separação dos componentes, contribuindo para a própria reabilitação psicossocial. Equipamentos ainda funcionais passarão por reparos e serão vendidos no bazar da instituição, gerando recursos para sua manutenção e apoio aos acolhidos. Já os componentes sem possibilidade de reaproveitamento serão devidamente separados para reciclagem, evitando o descarte inadequado no meio ambiente.