O prefeito Dr. Lapena participou de uma reunião com comerciantes da Via Expressa e da região central de Araraquara para ouvir reclamações sobre os impactos das obras de macrodrenagem e os problemas de segurança registrados nas duas regiões. A reunião aconteceu na sala de reuniões da prefeitura, nesta quinta-feira (14),
Os comerciantes relataram queda no movimento, prejuízos financeiros, dificuldades de acesso aos estabelecimentos e aumento da presença de dependentes químicos e andarilhos, principalmente nas proximidades da rodoviária e do Centro.
Participaram da reunião o secretário municipal de Obras e Serviços Públicos, Valter Rosato, o Laxixa; o secretário de Governo, Leandro Guidolin; a técnica social pedagógica da empresa Gradux, uma das empresas responsável pela execução da obra, Roberta Minotti; a mobilizadora social da Gradux, Letícia Bueno; o responsável técnico social da obra de macrodrenagem da Prefeitura, Lucas Tostes; além de representantes das secretarias de Comunicação, Desenvolvimento Social e da Guarda Municipal.
Durante o encontro, o prefeito explicou que a obra da Via Expressa é financiada pelo Governo Federal e fiscalizada pela Caixa Econômica Federal e pelo Tribunal de Contas da União (TCU). Segundo ele, cabe ao município acompanhar a execução, realizar as medições técnicas e encaminhar os relatórios para a liberação dos recursos.
Dr. Lapena também detalhou que problemas de planejamento no início da obra ainda refletem no cronograma atual. De acordo com ele, a intervenção começou por etapas consideradas mais complexas, o que acabou aumentando os desafios técnicos.
“A população tem razão em cobrar e nós estamos acompanhando tudo de perto. Herdamos uma obra com dificuldades técnicas, financeiras e de planejamento, mas nossa obrigação é buscar soluções, cobrar agilidade e manter o diálogo aberto com os comerciantes e moradores.”, afirmou o prefeito.
Outro ponto levantado pelos comerciantes foi o número reduzido de trabalhadores nos trechos em obras. O secretário de Obras e Serviços Públicos, Laxixa, explicou que boa parte da intervenção depende da operação de maquinários pesados e de serviços subterrâneos de alta complexidade.
“Essa não é uma obra simples de pavimentação. Estamos falando de uma intervenção de macrodrenagem, com galerias profundas e estruturas que exigem equipamentos específicos e equipes técnicas especializadas. Muitas vezes o avanço acontece embaixo da rodovia Washington Luís e não é tão visível para quem passa pela região”, destacou o secretário.
Segundo a Prefeitura, uma das etapas mais delicadas da obra acontece após a Rodovia Washington Luís, na região sob a pista, onde está sendo construída a estrutura de recepção das águas pluviais — considerada essencial para o funcionamento correto de todo o sistema de drenagem.
A previsão é de que alguns trechos sejam concluídos entre junho e agosto, permitindo o avanço para outras áreas da Via Expressa.
Como encaminhamento prático, a Prefeitura e a empresa Gradux anunciaram a criação de um trabalho social permanente para aproximar comerciantes, moradores e equipes técnicas. A proposta prevê reuniões frequentes, visitas semanais, acompanhamento social itinerante e canais mais diretos de comunicação para esclarecer dúvidas e receber demandas da população.
Ao final do encontro, também ficou definida uma nova reunião entre comerciantes da região central e a Guarda Municipal, prevista para a próxima semana. O objetivo será discutir estratégias de reforço da segurança e ações para combater furtos, roubos e problemas relacionados à vulnerabilidade social na área comercial da cidade.
Prefeitura reforça anuncia ações para reduzir impactos das obras da Via Expressa e região central
Reunião liderada pelo prefeito Dr. Lapena debate atrasos das obras, segurança pública e medidas de apoio aos comerciantes afetados






























